segunda-feira, 26 de outubro de 2009

je repars à zéro


Pensando, pensando, pensando. Talvez de uma forma mais intensa do que se comparada ao outro lado da estória. Percebi então que ainda haviam restos alí do outro lado. Não consegui deixar de continuar (e dizem que a esperança é a última que morre)! Pois bem, assim seja. E foi. Dali ainda surgiam as cinzas, ou melhor dizer, a brasa que reacende do sopro do vento. E este por sua vez quando perto, consegue reacender e ascender tão alto... Quase me deixo levar em sua órbita maluca, esse swing de campo grande misturado com Edith Piaf... E quem sabe do amanhã? Prefiro não fazer suposições e mal dizer o amor. Je repars à zéro!

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