terça-feira, 30 de novembro de 2010


Ando tendo fantasias. Mais que isso? Ando fantasiando... não costumo decolar e voar, soltar os pés do chão – NÃO. Acontece que ando andando sem deixar pegadas. Minha mente flutua! Onde? Atemporal, ‘’a-espacial’’. Quero surgir de um lago na forma de Deus dos Céus. Quero a embriaguez do cheiro natural exalado de um corpo suado, logo depois de uma transa louca e voraz. Quente como o sangue que corre nas veias, que movimenta os corpos. Quero a loucura da forma incalculada... “me falta alguém trazer, prazer”. Então indagando aos céus e mares, o que será desse tempo em que não vejo mais que um horizonte azul? Na verdade o desconhecido é vasto assim como a profundidade do meu olhar. Saber mistificar uma verdade é na verdade sabe lidar com ela. Enquanto o calor não vem, apenas aqueço a pele morena na morbidez do cansaço. Canta pra mim, que eu quero me jogar na tua voz! Ainda que não a tenha escutado – canta que eu quero me embriagar desse tom.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010


''A Sunday smile you wore it for a while.''
and so did I. :}
"que o teu afeto me afetou é fato, agora faça-me o favor - por favor" [?]


as músicas me privam da regalia de escrever... falando por mim em canções aquilo que vaga na minha mente!

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Como um ser limitado, desesperado, exasperado TE LIBERTO para que sigas sem mim. Considere-me morta - agora és tu. Tu és tu e tu. Deixa-me encontrar a paz que tanto quero. Deixa que me esqueça de como é viver junto a ti. Deixe-me que me liberte para seguir, assim como tu, sem o outro ao lado.

Somos não mais; fomos.

Entenda, pois, que preciso encontrar o significado de SER antes do ÉS. Mas de todo som e cor, levarei ainda em mim o pesar de ter falhado - e digo que sigas sem mim. Sem pestanejar, peço que te libertes – em mim o libertar já não é mais que uma sombra -. Peço-te também que não julgues, só preciso encontrar o pedaço de estrada que ainda me resta identidade. Encontrarei em mim, ainda contigo em meu ser, o pedaço ou o todo que não mais vejo há tanto.

Não é com prazer que dou forma a essas letras e palavras presas em uma mente tão pequena e sempre confusa. Digo com tremor e hesitação – mas explode e transborda a necessidade de paz. PAZ. Tranqüilidade – contigo já não consigo. A beleza de tanto, ofusca e me cega. Falhei tantas vezes e sinto permanecer em pé contra a esteira, nadando contra a corrente para ser mais clichê. Ainda assim, não precisarei dizer que um vazio de tudo-nada me toma a cada vez que acordo e sigo sem saber quem sou. Não te cries nem condenes por tal modo. Mereces, como todo e bom ser, a paz – que ainda não encontrei, não senti nem vivi. Desejei por tanto tempo ser, ser amor e amor. Nada concreto me realiza e ainda assim preciso ser. Quanto a nossas promessas, peço que guarde-as para quando encontrares a paz - e torne-as em paz. Diria que podes jurá-las a outrem, mas acredito que cada qual é um e outro.

Ainda não entendo o que aconteceu para que seguissem e corressem essas palavras aqui. Uma explosão de agitações internas. Quando te vires a ler qual apelo, não sigas a perguntar, encontrar motivos ou razões, pois nessa vida tenho visto que mais vale o é do que o porquê. Devo desejar que sejas feliz em tuas decisões e que não me vejas mais a gosto quando assim quiseres. Fingiríamos não nos conhecer para que assim não fosse tão aceitável tal falha. Passaríamos lado a lado, nos notaríamos, mas não nos cumprimentaríamos, pois não nos conhecemos. Deixaríamos a gosto da vida, nos encontrarmos, nos conhecermos novamente, e sabe-se lá em que ocasião, ou se nunca mais. Não saberíamos mais nossos gostos nem nossos medos e defeitos, assim como qualidades. Clamo tais pedidos e devaneios para que nos perdoemos – perdoemos nossas falhas, nossos mal-dizeres e intolerâncias. Imagine um renascimento e como dessa forma é bem mais possível que consigamos. Digo que não estranhes se passares por mim e me vires a não te falar, pois como já disse, considero-me morta a ti - de tal forma sei: doerá menos (já que instalei o modelo posse dentro de mim).

Acredito que aceitarás o pedido, já que entender foge ao alcance.

Bastam as considerações por aqui; e o que fica, fica guardado num pote de sorvete perdido por algum lugar num dia de domingo num bairro; deixa gelar e quem sabe um dia virá a adoçar nossas bocas novamente...

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Já me acostumei com a tua voz
Com teu rosto e teu olhar
Me partiram em dois
E procuro agora o que é minha metade

Quando não estás aqui
Sinto falta de mim mesmo
E sinto falta do meu corpo junto ao teu

Meu coração é tão tosco e tão pobre
Não sabe ainda os caminhos do mundo

Quando não estás aqui
Tenho medo de mim mesmo
E sinto falta do teu corpo junto ao meu

Vem depressa pra mim
Que eu não sei esperar
Já fizemos promessas demais
E já me acostumei com a tua voz
Quando estou contigo estou em paz
Quando não estás aqui
Meu espírito se perde, voa longe







-
ai, deixa disso, vai!
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sim!

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Na paz do vôo só, na paz da imensidão
A luz que já se vai, eu vou com ele viajar
No vento me deixar levar, eu vou



TIME TO FREE YOUR MIND :}

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

essa magia coloria? coisas da vida.


Pois é, até onde o destino não previu
Sem mais, atrás vou até onde eu conseguir
Deixa o amanhã e a gente sorri
Que o coração já quer descansar


=~


Cansada de andar sempre na mesma estrada, de passar sempre pelos mesmos vales, dos mesmos mares e bares...
Na verdade eu cansei dessa história de 'vou mudar' e ser sempre a mesma coisa. Flecha pra paralisar, daí você é atingido e STOP. Amolece... E vamo de novo! Levanta pra outra guerra. Na realidade, quem é que tem essa percepção de OUTRA GUERRA? É tudo amor poxa! A gente nem enxerga; quem quer? A gente sabe dentro, profundo. Por isso essa fuga. FUGIR, SUMIR. Porque é a única saída! Carne, pele, apreço... tantas mais! Daí o retrospecto vem, fulgás. Somos reféns, de quase sempre, na mesma prova de amor. Queremos fugir e, novamente, somos surpreendidos pela traição da lembrança. Do amor. Aliás, não me atreverei em falar, empregar a palavra AMOR como definição ou explicação para esses erros constantes e periódicos. É um CICLO e digo mais: VICIOSO. Desde o começo, começou errado! ALGUÉM CERTO NA HORA ERRADA! Por que meu Deus? Aí a gente apela pras razões místicas. Desde os tempos antigos, quando faltava explicação. Agora me falta... Falta explicação, falta ar. Acordo rezando pra não o encontrar nem encontrar qualquer remetente ao meu ponto fraco e correr atrás da droga. NÃO QUERO MAIS! DEPENDÊNCIA QUÍMICA E FÍSICA, MENTAL E TODAS AS OUTRAS CLASSES Q HOUVER! Vou me curar. Há o momento em que não basta dizer, é preciso existir uma mobilização para haver a vitória! E nesse caso quando a vitória é a cada minuto? Tenho de ser forte. Conseguirei, pois!
Carne, não compararei
Sentimento? morreu.
E as memórias? Apagarei, nem que em um plano superficial. Adormecido e não esquecido. Vai ser assim!
"Chegou a hora da virada". Sou tão fraca em minha cabeça. O QUE FAZER? Vamos aos poucos... esperando e vivendo!
VIVER,
ACHEI A SAÍDA!

sábado, 29 de maio de 2010

O Caminho

Aquela garota tida como vulgar, de olhar fundo e torto, que gostava de usar um allstar no estilo cazuza e calça comprida... Aquela garota de cabelos grossos e emaranhados, por vezes presos num cocó no topo da cabeça, andava sempre desligada na percepção alheia. Não os cabia, porém, sentir o que aquela garota sentia. Mas é claro! Não estavam de acordo com sua percepção lúcida ou malúcida de mundo. Chamavam-na de Malu. Sentia entorpecer os músculos faciais quando a ela se referiam como uma desligada maluca. Claro, não viviam como ela, em sua filosofia introspectiva, por vezes vivera. Por outro lado, sabia que tais comentários deixavam-na magoada se vindos de entes próximos e queridos. Desde então, decidiu que sua caminhada seria sozinha. Seria só, somente só. Mas não SO de SOMENTE, SÓ de SOZINHA. Desistira das relações interpessoais e de tanto ainda mais das que são tão significativas. Por conta de tal fato, o que acabo de relatar, deu seu primeiro passo, sozinha. Andou primeiro por dentro de sua casa, em seguida, foi um pouco mais longe, e percebendo coisas antes não percebidas, viu que poderia encontrar o que precisava: forças ou estímulos, em coisas que jamais pudera notar. De repente parou, sentou. Resolveu olhar um pouco o céu. Sabia que lá, lá de cima (num tom extra convencional), alguém a olhava. Queria saber mais de todo esse mistério que é a vida. A lua, as estrelas, o sol, o mar; todo esse conjunto de elementos que balançam o mundo! Em sua reflexão, pensando agora não mais nos elementos naturais provindos de centenas de milhões de anos, se perguntava o motivo pelo qual as pessoas não a compreendiam, ou até mesmo não pudessem ser plenas em suas relações. Por que não demonstrar amor, afeto, carinho verdadeiramente? E daí se perguntava ainda se haveria de ter um motivo explicativo por ser e se sentir tão diferente dos demais. Não por saber ou ter mais que os outros, mas por ser incessante na busca de uma razão mística que a fizesse entender, mais do que qualquer outra coisa, o motivo pelo qual as pessoas não conseguiam ser sinceras em suas relações. Desistindo desses pensamentos, levantou e seguiu... Agora estava sozinha! Poderia percorrer e explorar lugares e sensações jamais sentidas. Confessava de Eu para Eu, que sentia dificuldade nessa sua nova caminhada auto-suficiente. Havia de ser assim. Não deveria mais desgastar ou desperdiçar seus atos e gestos com pessoas que não mais faziam, além de um olhar fingido de gratidão. Prazer pelo prazer? Fazer por vaidade, apenas à espera de um agradecimento? Que fosse. Não queria mais, simplesmente, ter de se desgastar em nome de quem não merecesse. Prezaria mais pelo seu Eu – que desde algum tempo, somente sofrera - .

domingo, 11 de abril de 2010

quem vai do ponto...

Eu sinto que não sei mais pra onde olhar! Na verdade cada olhar me parece fadigado... A coisa é que a gente sabe o fim onde vai dar... Sabia que ia ser assim, e escolhi de qualquer forma, essa forma. Me cansa a vista, me tira a vida. Eu também... Devia ver a cara do espelho. De tanta forma e escultura foi pra longe... Desapareceu até do GPS! Cadê? Olha ali, no horizonte... Encontra? Lembra! O canto dos pássaros todo dia na mesma hora... me chama pra viajar, encantar, dançar... A flor que cresceu no rio! AAAH, que sentimento de incerteza certa, que me tira a rédea... Oh! Tanto toque de nervos eu fico morrendo. Vem pra cá, vem. Vamo tentar de novo! Vamo querer tentar, vamo conseguir, que tal? Que prova é o amor. De fogo e espada, de canto e carinho. A gente sempre quer tentar, tentar, tentar. Deixa rolar... que o que for pra ser vigora, né assim? O pior de tudo é que nunca cansei de ser assim, de deixar rolar, deixar caminhar... a corrente encontra o mar e lá se vai, se foi[r]. Danado é esse negócio de olhar e ver, escutar e ouvir! Que pra mim me mata em xeque numca jogada só. Nem precisa tentar muito... consegue só de olhar. É tanta incerteza, ingratidão e aceitação que a gente nem consegue mais ver o começo do caminho. Ofusca a vista e a gente nem tá lá pra tentar parar o movimento! A gente nem tá lá, eu digo assim, lá no comando, entende? No comando dos sentimentos. Pra dizer, VIRA, PÁRA, ANDA, CORRE, SAI DESSA QUE NUM VAI DAR CERTO. A gente num tá lá! Mas que dá pra QUERER, isso dá. Quanta lorota meu véi! As coisas são como são, beleza então, né? Vamo nessa que a hora tá chegando... a lua me chama!

sábado, 6 de março de 2010

e a cada despertar a gente percebe mais um detalhe, a respeito de nós, de dentro, nós mesmos! lindos e brilhantes no mundo! as flores necessitam de água pra viver... pois sim, eu preciso de paixão! forte, entusiasta e sem freios! sinto-me murcha.

terça-feira, 2 de março de 2010

será que os homens são assim mesmo sempre dementes, ou é impressão minha?
argh.


"com malícia"

segunda-feira, 1 de março de 2010


Tinindo, tinindo trincando!

TRINCOU.


É pai! Tás achando que todo dia é dia do caçador é? A caça também faz a festa. Sentir que é verdade, que o jogo virou. Ver que agora é no meu olho a pimenta... Vira vira vira. A roda gira! Girou. Parou... CESSOU! Eu fiquei, ele foi. Passou por mim e nem disse tchau. Continua ali, nem diz oi! ALÔ? Nada! Sobrei. Sentaram na última cadeira da dança, a música parou e eu fiquei ali. E agora eu sinto, hesito, luto... Em vão, eu nem preciso falar desse detalhe, certo? Me sinto tão inútil que nem penso ter um corpo em meu poder de fato! Eu digo não, e meus olhos ja brilharam. Eu digo pra parar e fingir! Mas novamente esforços em vão. Ja suei, sorri, morri!

Ahhh... essa situação tem que mudar :}


E por outro lado, uma órbita sideral maluca vem me tirar do meu sossego e me trazer de volta a sensação e certeza do ser livre para tê-lo em mim sempre que desejar e acontecer:

"quando o vento move o seu cabelo, eu PRECISO ser o vento também,

quando a chuva molha todo o seu corpo, eu sou a gota que SE RECUSA a secar."



thats the way it is! life goes on, and all we can do is let it be!

sábado, 6 de fevereiro de 2010

May - be.


dancei mas não sei não, tive cuidade de ter os pés quase sempre no chão...



E quando cada detalhe faz sentido, eu só quero achar que não. Não acreditar que devesse ter aceitado o sentimento presente entre dois. Sempre ali. Juntos. De cada abraço e sorriso, o pulsar juntinho do outro, o medo de olhar no olho a falta simulada como so costume. Só quero acreditar que não é assim. Se nunca foi, por que agora? Mas sinto que está sendo. Vontade e vontade. Saudade e saudade.


There are some sparks...

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010


But most of all when snowflakes fallI, wish you love.


Thats the point! When you are far, than you miss someone... Isn't it romantic? To miss somebody and with snowflakes falling all the time? Than you drink some tea in a french restaurant or something like it, and you miss this person so much, that it comes up, it freaks you out, but you can do nothing, 'cause you are far, and there are just oceans between you... The only thing to do is wait, and wait... Forget about things which are far, not forget at all, but let them off, just for a while, 'till you get back. Get back for the place you have your stuff there... just waiting for you. Maybe there's something new, or somebody your expecting to hug and feel so close to you that worth all this waiting time.

Roses are, most of the times, treacherous. Even if they have all that thorns, they seems to be gracious and all this things... But if you try to take one for you, you may bleed. Or not? Try and you'll know!