domingo, 11 de abril de 2010
quem vai do ponto...
Eu sinto que não sei mais pra onde olhar! Na verdade cada olhar me parece fadigado... A coisa é que a gente sabe o fim onde vai dar... Sabia que ia ser assim, e escolhi de qualquer forma, essa forma. Me cansa a vista, me tira a vida. Eu também... Devia ver a cara do espelho. De tanta forma e escultura foi pra longe... Desapareceu até do GPS! Cadê? Olha ali, no horizonte... Encontra? Lembra! O canto dos pássaros todo dia na mesma hora... me chama pra viajar, encantar, dançar... A flor que cresceu no rio! AAAH, que sentimento de incerteza certa, que me tira a rédea... Oh! Tanto toque de nervos eu fico morrendo. Vem pra cá, vem. Vamo tentar de novo! Vamo querer tentar, vamo conseguir, que tal? Que prova é o amor. De fogo e espada, de canto e carinho. A gente sempre quer tentar, tentar, tentar. Deixa rolar... que o que for pra ser vigora, né assim? O pior de tudo é que nunca cansei de ser assim, de deixar rolar, deixar caminhar... a corrente encontra o mar e lá se vai, se foi[r]. Danado é esse negócio de olhar e ver, escutar e ouvir! Que pra mim me mata em xeque numca jogada só. Nem precisa tentar muito... consegue só de olhar. É tanta incerteza, ingratidão e aceitação que a gente nem consegue mais ver o começo do caminho. Ofusca a vista e a gente nem tá lá pra tentar parar o movimento! A gente nem tá lá, eu digo assim, lá no comando, entende? No comando dos sentimentos. Pra dizer, VIRA, PÁRA, ANDA, CORRE, SAI DESSA QUE NUM VAI DAR CERTO. A gente num tá lá! Mas que dá pra QUERER, isso dá. Quanta lorota meu véi! As coisas são como são, beleza então, né? Vamo nessa que a hora tá chegando... a lua me chama!
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